
quarta-feira, 8 de julho de 2009
sábado, 9 de maio de 2009
Sexta-Feira Santa
A Sexta-Feira Santa em Pernambuco é bem particular. Comida em abundância, um almoço de coisas típicas como quibebe, feijão, bredo, peixe, purê, tudo preparado com leite de côco. Vinho também em abundância. “O verdadeiro jejum” (Isaias 58) consiste na reunião da família e dos amigos em torno da mesa. Ninguém pode faltar. Há um esforço de avisar e chamar o pessoal como se fosse para o velório de um parente.
Na Via Sacra em Olinda, da qual participo todo ano, continua esse mesmo enredo. Parece o enterro de um conhecido. As antigas irmandades com suas roupas coloridas carregam as imagens. Na frente vai o Senhor Morto seguido por Verônica, pela mãe Maria e pelo discípulo amado João. Um velho carro de som dá volume às rezas e cânticos de um frade franciscano e o povo vai acompanhando pelas ruas da cidade alta, rezando, conversando, chupando pitomba. Até algodão doce é vendido. Não tem essa história de distinção de sagrado e profano. É um sentimento só. Vamos enterrar um conhecido, Jesus de Nazaré.
Na Via Sacra em Olinda, da qual participo todo ano, continua esse mesmo enredo. Parece o enterro de um conhecido. As antigas irmandades com suas roupas coloridas carregam as imagens. Na frente vai o Senhor Morto seguido por Verônica, pela mãe Maria e pelo discípulo amado João. Um velho carro de som dá volume às rezas e cânticos de um frade franciscano e o povo vai acompanhando pelas ruas da cidade alta, rezando, conversando, chupando pitomba. Até algodão doce é vendido. Não tem essa história de distinção de sagrado e profano. É um sentimento só. Vamos enterrar um conhecido, Jesus de Nazaré.
terça-feira, 31 de março de 2009
Retratos institucionais
Em 2007 e 2008 pintei alguns retratos institucionais. São retratos que precisam obedecer alguns parâmetros como, por exemplo, tamanho, técnica, composição, pose da pessoa retratada e iluminação, para que sejam integrados, de maneira harmoniosa, em galeria já existente ou num ambiente específico. Pintei os retratos de Otávio Correa de Araújo e Miguel Arraes de Alencar para a galeria dos governadores no Palácio das Princesas.
Para a nova sala do Conselho do IMIP que será instalada no antigo Hospital Pedro II (em fase de restauração), pintei os retratos dos ex-diretores: professor Fernando Figueira, Bertoldo Kruse Grande de Arruda, Carlos Figueira e Raul Cunha Neto. Estes três últimos posaram pacientemente no meu atelier.
Para os demais retratos dispôs de fotografias cedidas pela família.
Professor Fernando Figueira - óleo sobre tela 120 x 80cm 2008
Outros retratos
Como exemplo de outros retratos que pintei neste mesmo período com mais liberdade de criação, mostro o pintor Mané Tatú e a poetisa Déborah Brennand.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Olinda Arte em toda Parte
Do dia 04 a 14 de dezembro acontece a 8ª edição do evento Olinda Arte em toda Parte. Participo este ano com exposição no restaurante e galeria Maison do Bomfim. Para tanto mudei mais uma vez a composição da minha exposição que já inaugurou no dia 07 de outubro passado com uma série de naturezas mortas. Agora são pinturas de figura humana, 18 telas em total, na maioria pinturas recentes e alguns trabalhos "antigos".
Veja aí as imagens.
Veja aí as imagens.
Durante o mês de novembro me reuni durante 12 tardes com o violoncelista Luis Carlos Ribeiro no meu atelier. Luis Carlos tocando e eu pintando. Cinco quadros foram o resultado. São ensaios ou tentativas de captar não só o músico mas também a música. Difícil. Inspiração foi um retrato do celista Pablo Casals feito por Oskar Kokoschka em 1954, no qual cor e música vibram juntos.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Pinturas de Ploeg na Maison do Bomfim
Roberto Ploeg está expondo na Maison do Bomfim, desde o dia 07 de outubro de 2008 até o dia 14 de dezembro. A mostra iniciou com uma série de naturezas mortas com alimentos nordestinos.
No mês de novembro estão expostas pinturas de mato, mato “em close”, mato visto de perto. Ploeg aproxima-se dos troncos e das folhagens, particularmente dos cajueiros, que por suas linhas tortas e sinuosas lhe encantam.
No mês de novembro estão expostas pinturas de mato, mato “em close”, mato visto de perto. Ploeg aproxima-se dos troncos e das folhagens, particularmente dos cajueiros, que por suas linhas tortas e sinuosas lhe encantam.
Um quadro mostra galinhas e galos no terreiro.
No início do mês de dezembro, durante o evento “Olinda, Arte em toda Parte”, a exposição mudará mais uma vez de composição, quando será a vez de pinturas de figura humana.
O CAJUEIRO ROXO de 140 x180 cm em óleo s/tela
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