segunda-feira, 4 de maio de 2020
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Susana grávida
Susana grávida, óleo sobre tela, 80 x 60 cm, 2015
Pintei minha filha Susana numa pose, ou melhor, numa postura típica de quem já está com mais de sete meses de gravidez.
Marcadores:
2015,
80 x 60 cm,
o.s.t.,
Susana grávida
Menino com pitombas
Menino com pitombas, óleo sobre tela, 60 x 50 cm, 2015
Até no mês de julho tinha pitomba no sítio onde moro. Os meninos da vizinhança me aperreiam muito para pegar pitomba. Hesito para permitir pois tenho medo que um deles caia de lá de cima do pé. Más eles tem uma tremenda habilidade. Eu mesmo, que sou entrevado e tenho medo de altura, não subo nem numa escadinha de alumínio.
A contrapartida da permissão é que eles me dão algumas pitombas e posam para uma pintura como esta aqui.
A contrapartida da permissão é que eles me dão algumas pitombas e posam para uma pintura como esta aqui.
Marcadores:
2015,
60 x 50 cm,
menino com pitombas,
o.s.t.
Dió Frida Kahlo

Dió Frida Kahlo, óleo sobre tela, 200 x 120 cm, 2015
É preciso olhar duas vezes. É Frida Kahlo ou não é?
É não. É Dió, Diomari Diniz,, como Frida Kahlo.
Dió admira Frida Kahlo e encorpora Frida todo carnaval quando se fantasia de Frida.
É não. É Dió, Diomari Diniz,, como Frida Kahlo.
Dió admira Frida Kahlo e encorpora Frida todo carnaval quando se fantasia de Frida.
Pintei Dió num cenário de chita, pois as estampas floridas lembram Frida e a própria chita lembra Dió, que faz maravilhas, verdadeiras jóias, com o tecido de chita.
Frida é um ícone, um símbolo.
Ela significa o empoderamento da mulher, particularmente, da mulher latino-americana que se orgulha da sua identidade afro-lat-índia.
Ela significa superação, ela encara o sofrimento, seja físico, seja a dor do amor. Há camisas com o trocadilho "sofrida más não me calo".
Ela é resistência política à dominação imperialista, é lutadora por uma sociedade socialista.
Ela significa liberdade,vivência livre do amor, ela é assumidamente bissexual.
Ela significa o empoderamento da mulher, particularmente, da mulher latino-americana que se orgulha da sua identidade afro-lat-índia.
Ela significa superação, ela encara o sofrimento, seja físico, seja a dor do amor. Há camisas com o trocadilho "sofrida más não me calo".
Ela é resistência política à dominação imperialista, é lutadora por uma sociedade socialista.
Ela significa liberdade,vivência livre do amor, ela é assumidamente bissexual.
E tudo isso Frida nos comunica através da sua arte, uma biografia em pinturas, como ela afirma laconicamente: "meu tema é o que mais conheço, sou eu mesma."
Marcadores:
200 x 120 cm,
2015,
Dió Frida Kahlo,
o.s.t.
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Entrevista com Roberto Ploeg
Agradeço ao Luca Pacheco e todo pessoal da Universidade Católica de Pernambuco, pela oportunidade desta entrevista.
Nela falo um pouco sobre minha história, meus estudos em Teologia e meu trabalho com as Artes Plásticas.
Assista no vídeo logo abaixo:
Nela falo um pouco sobre minha história, meus estudos em Teologia e meu trabalho com as Artes Plásticas.
Assista no vídeo logo abaixo:
domingo, 10 de maio de 2015
a Holandesa
a Holandesa, (óleo sobre tela, 200 x 120 cm, 2015)
Destemida a Holandesa olha o horizonte,
imagino que seja de um mar bravo e revolto,
pés firmes plantados no chão,
um balde em cada mão,
"luctor et emergo", luto e emirjo
está no seu brasão.
Touca de camponesa,
azulejos de Delft impressos na saia,
imagens de barcos a vela e moinhos.
Em vez de tamancos de madeira
um elemento estranho:
sandálias havaianas e não holandesas,
que revelam,
que a roupa é uma fantasia de Carnaval
e a Holandesa uma pintura.
Destemida a Holandesa olha o horizonte,
imagino que seja de um mar bravo e revolto,
pés firmes plantados no chão,
um balde em cada mão,
"luctor et emergo", luto e emirjo
está no seu brasão.
Touca de camponesa,
azulejos de Delft impressos na saia,
imagens de barcos a vela e moinhos.
Em vez de tamancos de madeira
um elemento estranho:
sandálias havaianas e não holandesas,
que revelam,
que a roupa é uma fantasia de Carnaval
e a Holandesa uma pintura.
Marcadores:
200 x 120 cm,
2015,
a Holandesa,
óleo sobre tela
terça-feira, 21 de abril de 2015
125 anos da morte de Vincent van Gogh
Participo de um projeto da marchand Beth Araruna em memória dos 125 anos da morte de Van Gogh. São 15 artistas que participam desta homenagem a Van Gogh. Cada um recebeu a encomenda de pintar um conjunto de 9 telas de 50 por 50 cm, totalizando um painel de 150 por 150 cm.
Meu painel ficou uma colcha de retalhos de 9 pinturas de natureza morta, um gênero de pintura bastante explorado por Van Gogh. Segui Van Gogh nas temáticas, nas cores, no traço do pincel, em alguma composição.
No centro está "a Morte de Van Gogh", simbolizada por uma galinha morta, de penas ruivas, torrando no sol, em baixo de um céu cheio de corvos que nem naquele quadro de Vincent, um dos últimos por sinal, do campo de trigo e os corvos no céu, pintado no verão de 1890 em Auvers-sur-Oise na França.
Meu painel ficou uma colcha de retalhos de 9 pinturas de natureza morta, um gênero de pintura bastante explorado por Van Gogh. Segui Van Gogh nas temáticas, nas cores, no traço do pincel, em alguma composição.
No centro está "a Morte de Van Gogh", simbolizada por uma galinha morta, de penas ruivas, torrando no sol, em baixo de um céu cheio de corvos que nem naquele quadro de Vincent, um dos últimos por sinal, do campo de trigo e os corvos no céu, pintado no verão de 1890 em Auvers-sur-Oise na França.
Paisagens no Hotel Sheraton
Fui convidado a pintar cinco paisagens em óleo sobre tela, 175 por 120 cm., para decorar o restaurante do Hotel Sheraton Reserva do Paiva. Pintei todas as paisagens nos caminhos entre Recife e Campina Grande na Paraíba. Um milharal entre Itabaiana e Mojeiro, o crepúsculo na Serra do Borborema, uma paisagem do agreste no vale do rio Paraíba perto de Umbuzeiro - PB e canaviais no município de Condado na Mata Norte de Pernambuco.
domingo, 19 de abril de 2015
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Pintando árvores no sítio
Para pintar árvores não preciso ir longe.
Ao lado do meu atelier tem um belo flamboyant.
Fico cercando o pé com meu cavalete para pintá-lo de diferentes pontos de vista.
Só este ano fiz três quadros deste flamboyant.
Pintei também cajueiros e uma mangueira.
Procuro encher a tela toda com a flora, fazer um zoom no pé, olhar de baixo para cima, evitar uma linha de horizonte.
Ao lado do meu atelier tem um belo flamboyant.
Fico cercando o pé com meu cavalete para pintá-lo de diferentes pontos de vista.
Só este ano fiz três quadros deste flamboyant.
Pintei também cajueiros e uma mangueira.
Procuro encher a tela toda com a flora, fazer um zoom no pé, olhar de baixo para cima, evitar uma linha de horizonte.
Assinar:
Postagens (Atom)













